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O REAJUSTE

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O Evangelho Segundo o Espiritismo tem nos apresentando uma forma de nos reajustar diante do Criador, porém imensas são as nossas dificuldades para o nosso adiantamento, envolvidos com as ofertas da porta larga, as paixões do ego, o qual faz direcionar as nossas energias, fazendo-nos crer que estas são de alta necessidade para o nosso Espírito.

Emmanuel no capítulo XI cita que todas as forças devem ser direcionadas para combater esta chaga que é um obstáculo para nosso progresso moral.

Hoje ainda, muitos simpatizantes Espíritas, não acordaram para esta luta interna, o conhecimento não é somente importante para que possamos distinguir a diferença entre a caridade e o egoísmo, mas para que tenhamos forças para extirpar isto de nosso íntimo e esparramar ao nosso redor a benevolência, doçura, a paciência, a bondade, em suma a caridade ou o altruísmo, ter pensamentos e atitudes positivas diante dos desafios propostos pelo Criador. Cada desafio é uma proposta de crescimento. Às vezes nos é permitido passar por dificuldades para que a nossa moral se desenvolva e sedimentemos em nosso solo as sementes do trigo e não do joio.

Abaixo  transcrevemos uma psicografia de Inácio Ferreira, de 22 julho de 2013, feita em Uberaba-MG.

O QUE O ESPÍRITA  TERÁ QUANDO MORRER/DESENCARNAR?

Médico psiquiatra, Inácio Ferreira dirigiu por muito tempo o Sanatório Espírita de Uberaba.

Desencarnado em 1988 vem, através da psicografia, nos dar esse importante alerta.

Irmãos e irmãs, o que vale no Espiritismo  é o que você faça dos conhecimentos que for adquirindo nele. O resto – acredite -, não conta muito. Quando desencarnei, ninguém queria saber qual era o meu nome, endereço, tampouco os títulos que possuía – alías, ninguém queria saber nada de mim, nem me perguntava coisa alguma.

A minha consciência é que insistentemente, me pedia contas. A bem dizer, a minha condição de Espírita nada significava, e nem significa até hoje. Sem a intenção de ser redundante, o que vale é o valor – o seu valor pessoal sem rótulos, ou faixas de qualquer espécie. Deste Outro lado a única coisa capaz de lhe valer é o seu currículo – o currículo de bondade! Porque no fundo, é isto que irá proporcionar a vocÊ alguma réstea de luz, para que, mesmo caminhando na escuridão, consiga evitar o abismo….

Não cometa a tolice de imaginar que, na Vida além-túmulo, o espírita possa ser tratado com deferência. Privilégio ou o famoso “jeitinho” brasileiro, é algo que por aqui não existe!

Chico Xavier dizia, e com razão, que os espíritas estavam desencarnando mal – estavam, e, em geral, ainda estão! Sinceramente, o único predicado que invejo uma pessoa, seja ela qual for, é a bondade! Depois que a gente larga a carcaça, para quem é realmente bom, aqui todas as portas se abrem, e todos os caminhos se desimpedem! Em vez de ele pedir audiência com os anjos, são os anjos que pedem a audiência com ele! Por isto, eis o conselho que lhe dou: teorize menos, e procure servir mais! O mundo é um caldeirão e que ainda vai continuar fervendo durante muito tempo….

É possível que você vá desencarnar e tornar a reencarnar, nele encontrando amanhã quase tudo como está agora. De uma encarnação  a outra, o espírito melhora muito pouco…. A evolução, para quem não se conscientiza, acontece quase que a passo de lesma – dessas que deixam o seu rastro gosmento no chão!

Não creia ser diferente.

Não estou querendo desanimar a quem seja, mas, se você se interessa pela Verdade, ei-la aqui de maneira nua e crua.

“Nosso Lar” , a colônia espiritual que  muita gente na Terra almeja habitar, tem muito mais católicos, protestantes, umbandistas, e até mais ateus, do que espíritas….

Não, não se creia o suprassumo, porque você não o é!

Como é que eu posso dizer isto?!

Ser espírita é só o acréscimo de responsabilidade espiritual – nada mais do que isto. O que nós já sabemos é mais que suficiente para que, pelos nossos erros, a nossa consciência nos penitencie por muitas e muitas encarnações. Conheço muita gente que não quer saber o que a gente sabe só para não ter que responder pelo que respondemos ou responderemos.

Deixe, pois de professar o Espiritismo como quem joga em um clube de futebol, ou em um partido político. Enquanto  é tempo, pare de fazer “guerra santa” – contra os outros, e contra os próprios companheiros que você considera equivocados!

Guardião da Doutrina, você?! Ora! Aceite os meus pêsames…. Cuide-se, porque a morte já vem chegando, e ela é uma locomotiva que para atropelá-lo, não pedira licença!

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Publicado por em 7 de janeiro de 2017 em Allan Kardec, Espiritismo

 

A Vida Futura

imagem4O Espiritismo veio complementar em muitos pontos, o ensinamento do Mestre Jesus. Hoje não há muito a necessidade dos fenômenos físicos como em algumas décadas atrás. Hoje o Espiritismo tem um papel fundamental,esclarecer através da instrução, todo espírito encarnado deve buscar o seu próprio entendimento, a autoeducação, é um processo pelo qual  terá que semear o seu progresso, dentro da hierarquia espiritual. Não se trata apenas de um ponto no infinito, é uma realidade atual e material, demonstrada por diversos fatos e constatados pela nossa ciência terrena.

“Todos os cristãos creem em relação a vida futura, porém, ainda, alguns, fazem dela ainda uma ideia vaga, incompleta, e por isso mesmo falsa em alguns pontos; para um grande número, não é senão uma crença sem certeza absoluta; daí dúvidas e mesmo incredulidade” – Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo II.

“A doutrina dos Espíritos nos oferece uma ideia clara  e precisa do que é a verdadeira vida futura, este conhecimento proporciona uma fé inabalável no ser humano e essa fé tem consequências imensas sobre a moralização dos homens quando muda completamente o ponto de vista sob o qual eles examinam completamente” – ESE, Cap.II – O Ponto de Vista.

Emmanuel no livro Vinha de Luz, na mensagem de número 57 nos afirma em questões de aprendizagem moral: – A superfície do mundo é, indiscutivelmente, a grande escola dos espíritos encarnados. Impossível recolher o ensinamento, fugindo a lição. .

Os Espíritos superiores vem confirmar que não há progresso se não houve interação com a sociedade. Os homens que encontramos no caminho são nossos irmãos em evolução, fomos convidados a esta escola para um “serviço metódico” como Emmanuel nos diz em uma de sua lições, e ainda acrescenta: – a sabedoria do Meigo Rabi não consiste em insular o aprendiz na santidade artificialista, e sim, em fazê-lo ao mar largo concurso ativo de transformação do mal em bem, da treva em luz e da dor em benção. (Vinha de Luz, mensagem 57).

O Mestre não fugiu aos discípulos; estes é que fugiram dEle no extremo testemunho. O divino servidor não se afastou dos homens; este é que o expulsaram pela crucificação dolorosa. A fidelidade até o fim não significa adoração perpétua em sentido literal; traduz, igualmente, espírito de serviço até ao último dia de força utilizável no mecanismo fisiológico.

Os homens que regem sua vida pela simples dúvida em relação a vida futura, estes dirigem os seus pensamentos sobre a vida terrena, incerto do futuro, dá ao presente; vital importância, apreciando em demasia os seus preciosos bens materiais, caso os venha a perder ficará triste, decepcionado, terá em si uma esperança frustrada, uma ambição não satisfeita, uma injustiça que é vítima, o orgulho e vaidade, ambos feridos, torna a sua existência num mar de tormentos que sua vida é uma angústia perpétua, surge de forma voluntária uma verdadeira tortura a todos os momentos.

A reencarnação é a real porta da realidade da vida, descerra sobre nós que o convite de Jesus não é profecia, é um convite ao trabalho santificante, planificado no Código do Amor Divino. “O Evangelho é o Sol da Imortalidade que o Espiritismo reflete, com sabedoria, para a atualidade do mundo. Brilhe vossa luz! – Proclamou o Mestre. Procuremos brilhar! – repetimos nós.” – Emmanuel.

Bibliografia.

Vinha de Luz, psicografo por Francisco Cândido Xavier, ditado pelo Espírito de Emmanuel, mensagem 57.

Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo II.

 

 
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Publicado por em 19 de setembro de 2016 em Allan Kardec, Espiritismo

 

CAPÍTULO II O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL, ITEM 8 (continuação)

8. Não obstante, dirão, admitis que um Espírito pode elevar uma mesa e sustentá-la no espaço sem um ponto de apoio. Isso não é uma derrogação da lei de gravidade? – Sim, da lei conhecida; mas a Natureza já vos disse a última palavra? Antes das experiências com a força ascensional de certos gases quem diria que uma pesada máquina, poderia vencer a força de atração? Aos olhos do vulgo isso não deveria parecer maravilhoso, diabólico? Aquele que sevelocidade propusesse a transmitir, há um século, uma mensagem a quinhentas léguas de distância e obter a resposta em alguns minutos passaria por louco. Se o fizesse, acreditariam que tinha o Diabo às suas ordens, pois então só o Diabo era capaz de andar tão ligeiro. Porque, pois, um fluído desconhecido não poderia, em dadas circunstâncias, contrabalançar o efeito da gravidade, como o hidrogênio contrabalança o peso do balão? Isto, notemos de passagem, é apenas uma comparação, feita unicamente para mostrar, por analogia, que o fato não é fisicamente impossível. Não se trata de identificar uma coisa à outra. Ora, foi precisamente quando os sábios, ao observarem estas espécies de fenômenos, quiseram proceder por identificação, que acabaram se enganando. Do resto, o fato existe e todas as negações não poderiam destruí-lo, por que negar não é provar. Para nós, não há nada de sobrenatural e é tudo quanto podemos dizer por agora.

 

 
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Publicado por em 28 de outubro de 2015 em Allan Kardec, Espiritismo, Livro dos Médiuns

 

CAPÍTULO II O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL, ITEM 7

Se a crença nos Espíritos e nas suas manifestações fosse uma concepção isolada, o produto de um sistema, poderia com certa razão ser suspeita de ilusória. Mas quem nos diria então porque ela se encontra tão viva entre todos os povos antigos e modernos,nos livros santos de todas as religiões conhecidas? Isso, dizem alguns críticos, é porque o homem, em todos os tempos, teve o amor do maravilhoso. – Mas o que é o maravilhoso, segundo vós? – Aquilo que é sobrenatural. – E o que entendeis por sobrenatural? – O que é contrário as leis da Natureza. – Então conheceis tão bem essas leis que podeis marcar limites ao poder de Deus? Muito bem! Provai então que a existência dos Espíritos e suas manifestações são contrárias as leis da Natureza; que elas não são e não podem ser uma dessas leis. Observai a doutrina Espírita e vereis se no simagem 2eu encadeamento elas não apresentam  todas as características de uma lei admirável, que resolve tudo o que os princípios filosóficos até agora não puderam resolver.

O pensamento é um atributo do Espírito. A possibilidade de agir sobre a matéria, de impressionar nossos sentidos, e portanto, de transmitir-nos o seu pensamento, é uma consequência, podemos dizer, de sua própria constituição fisiológica. Não há pois nesse fato,nada de sobrenatural, nada de maravilhoso. (1) Mas que um homem morto e  bem morto possa ressuscitar corporalmente, que os seus membros dispersos se reúnam para restabelecer-lhe o corpo, eis que é maravilhoso, sobrenatural, fantástico. Isso, sim, seria uma verdadeira derrogação, que Deus só poderia fazer através de um milagre. Mas não há nada de semelhante na Doutrina Espírita.

(1) Hoje, os parapsicólogos chegam a esse mesma conclusão: o prof. Rhine afirma que o pensamento é extra físico e age sobre a matéria; os professores Carington, Soal, Price e outros admitem a ação de mentes desencarnadas na produção de fenômenos psikapa (efeitos físicos). Nota do tradutor.

 
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Publicado por em 12 de outubro de 2015 em Allan Kardec, Espiritismo

 

Capítulo I, Existem Espíritos? item 6.

6. Imagem1Afastemos por um instante os fatos que consideramos incontestáveis. Admitamos a comunicação como simples hipótese. Solicitamos aos incrédulos que nos provem, através de razões decisivas, que ela é impossível. Não basta a simples negação, pois seu arbítrio pessoal não é lei. Colocamo-nos nos seu próprio terreno, aceitando a apreciação dos fatos espíritas através das leis materiais. Que eles assim possam tirar, do seu arsenal científico, alguma prova matemática, física, química, mecânica, fisiológica, demonstrando por a mais b, sempre a partir da existência e da sobrevivência da alma que:

1º O ser pensante durante a vida terrena, não deve mais pensar depois da morte;

2º Se ele pensa, não deve mais pensar nos que amou;

3º Se pensa nos que amou, não deve querer comunicar-se com eles;

4º Se puder estar em toda parte, não pode estar ao nosso lado;

5º Se está ao nosso lado, não pode comunicar-se conosco;

6º Por meio do seu corpo fluídico, não pode agir sobre a matéria inerte;

7º Se pode agir sobre a matéria inerte, não pode agir sobre um ser vivo;

8º Se pode agir sobre um ser vivo, não pode dirigir-lhe a mão para fazê-lo escrever;

9º Podendo fazê-lo escrever, não lhe pode responder às perguntas, nem lhe transmitir seus pensamentos.

Quando os adversários do Espiritismo nos provarem que isto é impossível, através de  razões tão patentes quais as com que Galileu demonstrou que o Sol não é que gira em torno da Terra, então poderemos considerar-lhes fundadas as dúvidas. Infelizmente, até hoje, toda a argumentação a que recorrem se resume nestas palavras: Não creio, logo isto é impossível. Dir-nos-ão, com certeza, que nos cabe a nós provar a realidade das manifestações. Ora, nós lhes damos, pelos fatos e pelo raciocínio, a prova de que elas são reais. Mas, se não admitem nem uma, nem outra coisa, se chegam mesmo a negar o que vêm, toca-lhes a eles provar que o nosso raciocínio é falso e que os fatos são impossíveis.

 
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Publicado por em 11 de agosto de 2015 em Allan Kardec, Espiritismo

 

A realeza de Jesus

O Meigo Rabi da Galileia disse a Pilatos:- Eu sou rei, mas o meu reino não é deste mundo.

Esta frase encontra-se no Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo II item 4.  O Mestre Jesus nos apresenta entre outras coisas; um ponto de vista para a vida futura: o meu reino não é deste mundo. Como pode ser este reino? Onde está? Quais são as leis que o regem?Morning_forest_light_STOCK_by_needanewname

Neste capítulo, o ESE trata de uma realeza que é construída pelo próprio Espírito e denota um mérito pessoal. A realeza referida ao Mestre, se sobrepõem aos dos reis coroados, a sua realeza é imperecível é abençoada pelas geraç~es futuras, enquanto que a dos potentados depende  das circunstâncias e às vezes é amaldiçoada. A realeza terrena acaba com a vida, mas a realeza moral continua a imperar sobretudo, depois da morte.

Quando temos uma ideia clara e precisa da vida futura temos uma fé inabalável, ela influencia na moralização dos homens, porque muda completamente o ponto de vista pelo qual os homens encaram a vida terrena, isto é, para aquele que se coloca pelo pensamento, na vida espiritual que é infinita, a vida corporal não é mais do que uma rápida passagem, uma breve permanência num país ingrato. As vicissitudes da vida e as tribulações são apenas incidentes que o Espírito enfrenta com paciência, porque sabe que são de curta duração e devem ser seguidos de uma situação mais feliz.

A morte não tem nada de pavoroso, não é mais a porta do nada, mas a da libertação, que abre para o exilado a morada da felicidade e da paz. Sabendo que se encontra numa condição temporária e não definitiva, o Espírito encara as dificuldades da vida com mais indiferença, do que resulta uma calma de espírito que lhe abranda as amarguras.

Pela simples dúvida sobre a vida futura, o homem concentra todos os seus pensamentos na vida terrena. Incerto do porvir, dedica-se inteiramente ao presente. Não entrevendo bens mais preciosos que os da terra, ele se porta como criança que nada vê além dos seus brinquedos e tudo faz para obter, A perda do menor dos seus bens causa-lhe pungente mágoa. Um desengano, uma esperança perdida, uma ambição insatisfeita, uma injustiça de que for vítima, o orgulho ou a vaidade feridas, são tantos outros tormentos, que fazem da sua vida uma angústia perpétua, pois que se entrega voluntariamente a uma verdadeira tortura de todos os instantes.

 
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Publicado por em 13 de junho de 2015 em Sem categoria

 

Ciência e Religião

A Aliança da Ciência com a Religião. Capítulo I – de acordo com o Evangelho segundo o Espiritismo.

Ambas são as duas alavancas da inteligência humana. Uma revela as leis do mundo material e a outra as leis do mundo moral. Tanto uma como outra possui o mesmo princípio que é Deus, não podem contradizer-se. Se umas destas leis forem a negação das outras, umas estarão necessariamente erradas e as outras certas, porque Deus não pode querer destruir a sua própria obra. A incompatibilidade que se acredita existir entre essas duas ordens de ideias, proCepavém de uma falha de observação, e do excesso de exclusivismo de uma e outra parte. Disso resulta um conflito, que originou a incredulidade e a intolerância. São chegados os tempos em que os ensinamentos do Cristo devem receber o seu complemento; em que o véu lançado intencionalmente sobre algumas partes, dos ensinos deve ser levantado; em que a Ciência, deixando de ser exclusivamente materialista, deve levar em conta o elemento espiritual: e em que a Religião, deixando de desconhecer as leis orgânicas e imutáveis da matéria, essas duas forças, apoiando-se mutuamente juntas, sirvam uma de apoio para a outra. Então a Religião, não mais desmentida pela Ciência, adquirirá uma potência indestrutível porque estará de acordo com a razão e não se lhe poderá opor a lógica irresistível dos fatos.

A Ciência e a Religião não puderam entender-se até agora, porque cada uma as coisas do seu ponto de vista exclusivo, repeliam-se mutuamente. Era necessária alguma coisa para preencher o espaço que as separava, um traço de união que as ligasse. Esse traço está no conhecimento das leis que regem o mundo espiritual e suas relações com o mundo corporal, leis tão imutáveis como as que regulam o movimento dos astros e a existência dos seres. Uma vez constatadas pela experiência essas relações, uma nova luz se fez: a fé se dirigiu à razão, esta nada encontrou de ilógico na fé, e o materialismo foi vencido.

Mas nisto, como em tudo, há os que ficam retardados, até que sejam arrastados pelo movimento geral, que os esmagará, se quiserem resistir em vez de se entregarem. É toda uma revolução moral que se realiza neste momento, sob ação dos Espíritos. Depois de elaborada durante mais de dezoito séculos, ela chega ao momento de eclosão, e marcará uma nova era da humanidade. São fáceis de prever as suas consequências: ela deve produzir inevitáveis modificações nas relações sociais, contra o que ninguém poderá opor-se, porque elas estão nos desígnios de Deus e são o resultados da lei do progresso, que é uma lei de Deus.

 
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Publicado por em 22 de maio de 2015 em Sem categoria